Sou um grito no silêncio que se faz ouvir no mundo que não o ouve.
Vejo e sou vista sem ver nem ser vista, não sou uma contradição mas contradigo.
O que mostro não sou eu, mas não escondo quem sou.
Sinto-me só mas estou como sempre estive. Fui eu sempre só?
Sinto que devo entender algo, mas o que devo entender não sei.
E por isso fico como sempre fui, mas com o sentimento que devia de ser algo mais.
Quarta-feira
Subscrever:
Enviar comentários (Atom)


1 speak:
muito bem, este é mais recente mas como já te disse tens muito jeito e és muito natural a escrever ou melhor a transcreceres aquilo que sentes..beijo continua
Enviar um comentário